Após ataque hacker, governo adia exigência de comprovante para viajantes

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Após ataque hacker, governo adia exigência de comprovante para viajantes

O governo federal irá prorrogar em sete dias o início da vigência de regras mais rigorosas para entrada de viajantes no país, o que inclui comprovante para os vacinados e quarentena para não vacinados, informou o Valor Econômico. O protocolo começaria a ser adotado neste sábado (11), mas precisou ser adiado em função da instabilidade de sistemas do Ministério da Saúde com um ataque hacker na última madrugada. Após reunião na Casa Civil com representantes de ministérios envolvidos no tema, o secretário-executivo da Saúde, Rodrigo Cruz, explicou que a decisão tem por objetivo ’não prejudicar’ brasileiros que já estão no Exterior e que poderiam ter dificuldade de comprovar vacinação sem acessar os dados por meio on-line. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Nova exigência estimulará viajantes a se vacinarem, diz diretor da Anvisa

O diretor da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) Alex Machado Campos considera que a nova regra de controle de fronteiras vai estimular viajantes a se vacinarem e, no futuro, tornar uma exceção a quarentena dos não imunizados. O diretor da Anvisa afirma que cobrar a vacina é ’ponto de não retorno’, tem adesão das companhias aéreas e deverá entrar em regras sanitárias internacionais. A ideia é conter o avanço da pandemia no Brasil, um desafio que ganhou a variante ômicron como novo elemento recentemente. A partir do dia 18, o governo Jair Bolsonaro (PL) irá cobrar o certificado de vacinação para liberar a entrada nos aeroportos de viajantes de outros países, e exigir quarentena de cinco dias dos não imunizados, como recomendou a Anvisa há cerca de um mês. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Vacinar crianças é necessário, ainda que riscos da Covid sejam baixos, alertam médicos

Com dois anos de pandemia de Covid-19, os médicos do mundo todo estão aprendendo mais sobre como a doença impacta as crianças. Segundo matéria da Folha de S. Paulo, enquanto casos de doença severa e morte continuam muito mais raros entre pacientes pediátricos do que em adultos, dezenas de milhares de crianças podem ter de lutar com suas consequências. O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC na sigla em inglês) dos Estados Unidos cita a Covid-19 como uma das dez principais causas de mortes entre crianças de 5 a 11 anos. Uma porcentagem muito pequena pode sofrer complicações graves, como a SIM-P, que afeta menos de 0,1% das crianças infectadas. A Covid longa –a persistência de sintomas semanas ou meses após a infecção– afeta crianças assim como adultos. Um número crescente de países está oferecendo a crianças pequenas a vacina contra Covid. No Brasil, a imunização desse grupo ainda não foi autorizada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Os médicos esperam que o conhecimento que adquiriram não apenas aperfeiçoe o tratamento, mas também ajude os pais a compreenderem os riscos da Covid quando pensarem se vão vacinar seus filhos. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Câmara de Saúde Suplementar realiza debate sobre Transtorno do Espectro Autista

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) realizou, nesta quarta-feira, 8/12, a 108ª Reunião da Câmara de Saúde Suplementar (CAMSS). A defensora pública Daniele Sambugaro, do Núcleo de Defesa do Consumidor da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro (Nudecon), falou sobre a cobertura e a reconfiguração da delimitação da abrangência territorial das clínicas de terapia multidisciplinares para os portadores de deficiência e pessoas com mobilidade reduzida, notadamente dos portadores do Transtorno do Espectro Autista (TEA). Entre as alterações apresentadas como necessárias para o tratamento do TEA, Sambugaro defendeu que o atendimento do paciente seja feito em uma única clínica, e nas proximidades de sua residência, evitando o deslocamento para vários estabelecimentos de saúde e localidades distantes, o que leva a várias desistências na continuidade das terapias. Outro ponto levantado foi a necessidade de credenciamento de clínicas especializadas. Sambugaro explicou que nem todas as clínicas dispõem das certificações para os tratamentos recomendados pelos médicos assistentes para o atendimento dos portadores do TEA. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

 

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