APESAR DE CRÍTICAS, TELEMEDICINA JÁ É REALIDADE NO PAÍS E DEVE SE EXPANDIR

//APESAR DE CRÍTICAS, TELEMEDICINA JÁ É REALIDADE NO PAÍS E DEVE SE EXPANDIR
Ao mesmo tempo em que enfrenta críticas de entidades médicas e está na mira de uma nova regulamentação para se tornar “oficial”, a telemedicina já é realidade no país em serviços públicos e privados. De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, a diferença é que, agora, o serviço de consultas e até cirurgias a distância deve passar por nova expansão. Em fevereiro de 2019, o CFM (Conselho Federal de Medicina) anunciou que, a partir de maio, deverá passar a permitir consultas, diagnósticos e até mesmo cirurgias a distância. Na prática, porém, muitos médicos já fazem consultas online de maneira informal por meio de plataformas como WhatsApp, Messenger e Facetime. Outros serviços, como as chamadas teleconsultorias e teletriagens, também têm sido oferecidos por hospitais e planos de saúde. A possibilidade de ampliação da telemedicina tem sido criticada pelos conselhos regionais de medicina, o que levou o CFM a abrir uma consulta pública para receber sugestões. O prazo termina em 6 de abril. A maior parte das críticas diz respeito às consultas não presenciais e à segurança dos dados. A falta de definição sobre o que são áreas geograficamente remotas, contudo, trouxe o temor de que a teleconsulta seja usada de forma desenfreada e aumente a distância entre médicos e pacientes. O vice-presidente do CFM, Mauro Ribeiro, afirma que, apesar de atender também a rede privada, a resolução foi pensada com foco no SUS, sobretudo em áreas distantes.

SUS prevê expansão da telemedicina para reduzir filas



O jornal Folha de S. Paulo destacou que não é só o setor privado que se movimenta com a expectativa de ampliação da telemedicina. O assunto tem sido discutido também por gestores do SUS. “O leque que se amplia com a regulamentação é enorme”, diz Marcelo Gonçalves, vice-coordenador do TelessaúdeRS, programa da UFRGS que oferece serviços de telemedicina na rede pública do Rio Grande do Sul desde 2007. Hoje, o projeto tem três frentes: teleconsultoria, telediagnóstico e regulação de filas. De acordo com Gonçalves, os resultados têm sido positivos. De 240 mil pacientes que estavam na fila para consulta com especialistas regulados pelo modelo, 50% puderam ter os casos resolvidos ainda nas unidades de saúde. Com o resultado, o projeto, inicialmente concentrado no Rio Grande do Sul, foi expandido no último ano para Manaus, Maceió, Belo Horizonte e Brasília com subsídio do Ministério da Saúde. “Nos últimos meses, a escolha de apoiadores do projeto para cargos no Ministério da Saúde tem sido encarada como sinal de que a gestão Bolsonaro pretende investir nesse setor”, ressalta a notícia.

 

Regulamentação da telemedicina derruba ações de empresas de saúde



Cerca de 90% dos jovens sem-teto em Boston, nos Estados Unidos, acessam regularmente seus perfis no Facebook e 40% possuem celulares. Com isso, a prevenção e a cura de doenças podem estar cada vez mais ao alcance dos dedos. Conforme o portal do Panorama Farmacêutico, foi graças ao avanço tecnológico que o Conselho Federal de Medicina (CFM) aprovou, no dia 5 de fevereiro, a regulamentação da telemedicina no Brasil, que permite que médicos brasileiros realizem consultas online, telecirurgias e telediagnósticos de pacientes que vivem em lugares remotos do país. No entanto, ainda existem pontos da resolução que precisam ser definidos. Enquanto não se chegam às respostas definitivas, os investidores deram suas primeiras impressões. Desde que a resolução foi aprovada, apenas duas das oito companhias do setor de saúde se valorizaram na bolsa. Até segunda-feira (18), a distribuidora de produtos farmacêuticos Profarma subiu 3,07%, enquanto a operadora de planos de saúde Hapvida teve alta de 1,49%. “Na ponta contrária, aparecem a indústria farmacêutica Biomm (-4,21%), as redes de farmácias Brasil Pharma (-1,96%) e Raia Drogasil (-6,10%), os laboratórios Fleury (-6,95%) e Hermes Pardini (-7,63%), além da operadora de planos odontológicos Odontoprev (-1,76%)”, destaca a matéria.

 

Produtos para a saúde terão peticionamento eletrônico



Graças a mais uma evolução no Sistema de Peticionamento Eletrônico da Anvisa, os documentos submetidos à análise da Gerência Geral de Tecnologia de Produtos para Saúde (GGTPS) serão peticionados e protocolizados eletronicamente. A novidade estará disponível a partir de terça-feira (26). É o que informa o portal da Anvisa. O novo sistema dispensa o encaminhamento de documentos físicos à GGTPS pelas empresas. Dessa forma, serão agilizados os procedimentos, com redução significativa de custos administrativos e logísticos, tanto para as empresas como para a própria Agência. A Anvisa inaugurou, em 21 de janeiro deste ano, no Sistema de Peticionamento Eletrônico, o Cumprimento Eletrônico de Exigência para a GGTPS. “Isso possibilitou às empresas encaminharem, eletronicamente, os documentos necessários ao atendimento das notificações de exigência recebidas em decorrência das análises das petições”, informa o portal.

 

SAÚDE NA IMPRENSA

Anvisa – Medicamentos inovadores: novos códigos para aditamentos

 

 

Anvisa – Casos suspeitos de doença no navio MSC Seaview

 

Anvisa – Posto da fronteira é referência na Operação Acolhida

 

Anvisa – Produtos para a saúde terão peticionamento eletrônico

 

Anvisa – Anvisa realiza ações sanitárias no navio MSC Seaview

 

Fiocruz – Antiviral para hepatite C atua contra febre amarela e chikungunya

 

INCA – Revista Brasileira de Cancerologia aborda o câncer infantil

 

Tecpar – Tecpar e Fiocruz reforçam parceria para 2019

 

Senado Federal – CDH fará audiência com ministra Damares Alves nesta quinta

 

Senado Federal – Bancada feminina faz primeira reunião para definir pauta prioritária

 

Senado Federal – Plenário discute PEC que padroniza referências a pessoas com deficiência na Constituição

 

Senado Federal – Projeto que trata da Prevenção do Diabetes é retirado de pauta

 

Correio Braziliense – Convívio social aumenta a longevidade e a qualidade de vida

 

Correio Braziliense – Opinião: HIV? Que HIV?

 

Folha de S. Paulo – Apesar de críticas, telemedicina já é realidade no país e deve se expandir

 

Folha de S. Paulo – Mercado Aberto – Olhar de cima para baixo

 

G1 – Unidades de saúde e escolas ficam alagadas após chuva em SC; aulas e atendimentos são suspensos

 

G1 – Cirurgia ocular: a terapia genética que pode barrar ‘causa mais comum de cegueira’

 

O Estado de S. Paulo – Cobertura do Samu é ampliada e bases passam de 58 para 75 em SP

 

O Estado de S. Paulo – Ministério da Saúde investiga suspeita de sarampo em cruzeiro com Wesley Safadão

 

O Estado de S. Paulo – Surto de sarampo põe transatlântico em alerta; 10 mil serão vacinados

 

O Estado de S. Paulo – Governo recorre de decisão que manteve adicional de 25% a aposentados que precisam de cuidadores

 

O Estado de S. Paulo – Coluna do Broadcast – Contratações na saúde suplementar crescem acima de toda a economia em 2018

 

O Estado de S. Paulo – Alergias com diferentes sintomas têm causas em comum: erros alimentares

 

Zero Hora – Genoma do tubarão-branco é sequenciado e pode ajudar até na pesquisa contra o câncer

 

Zero Hora – Desligamento de energia pode inutilizar 11 mil vacinas em Santa Cruz do Sul

 

Zero Hora – Fake news atrapalham a imunização contra o HPV; relembre a importância da vacina 

 

Panorama Farmacêutico – Cientistas descobrem que antigo anestésico pode ajudar no combate à depressão

 

Panorama Farmacêutico – CRF-AM firma acordo e deve intensificar fiscalizações em farmácias irregulares

 

Panorama Farmacêutico – Conselho Regional de Farmácia é alvo de ação judicial

 

Panorama Farmacêutico – Estudante com doença renal crônica deve ser considerado pessoa com deficiência

 

Panorama Farmacêutico – Regulamentação da telemedicina derruba ações de empresas de saúde

 

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O Boletim NK, produzido pela NK Consultores Relações Governamentais, é uma compilação das principais notícias publicadas em meios de comunicação do país sobre temas ligados ao setor.

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