ANS PREPARA NOVAS REGRAS PARA PLANOS DE SAÚDE COM COPARTICIPAÇÃO E FRANQUIAS

//ANS PREPARA NOVAS REGRAS PARA PLANOS DE SAÚDE COM COPARTICIPAÇÃO E FRANQUIAS
A Folha de S.Paulo destaca que a Agência Nacional de Saúde Suplementar prepara novas normas para planos de saúde com coparticipação e franquias, modalidades em que o usuário paga à parte um valor por cada procedimento ou arca integralmente com certas despesas. “Hoje, cerca de 50% dos usuários de planos no país já têm coparticipação ou franquia nos contratos, mas as regras, instituídas antes da criação da ANS, não são claras e foram estabelecidas pelos próprios planos, o que traz riscos para o usuário. Entre as mudanças que serão discutidas em audiência pública nesta segunda-feira (20) no Rio de Janeiro, há a proposta de limitar em até 40% o valor da coparticipação e isentar exames preventivos e tratamentos de crônicos dessa norma. Com a crise econômica e a perda de 2,5 milhões de usuários em dois anos, os planos veem nessas modalidades uma forma de cortar custos. Um dos argumentos é que quando o usuário arca com parte do valor de um procedimento, evita usar o sistema de saúde sem necessidade. Um plano com coparticipação pode custar até 40% menos do que um outro sem ela, o que pode ser um atrativo para determinados grupos, segundo avaliação do setor. Mas é preciso ter cautela. Para Mario Scheffer, professor da USP e pesquisador do mercado da saúde suplementar, esse tipo de plano é alternativa só para a população jovem e sadia”, afirma a publicação.

Tratamentos contra a obesidade

Enquanto o número de cirurgias bariátricas no Brasil se expande, com mais de 100 mil operações realizadas só em 2016, uma corrente de médicos está aperfeiçoando tratamentos que desviam do bisturi e investindo em métodos multidisciplinares personalizados, com consultas com psicólogos, dietas e exercícios. Reportagem do jornal O Globo apresenta estudo publicado no fim de fevereiro no periódico “BMC Obesity”, liderado pelo médico brasileiro Flavio Cadegiani, no qual foram apresentados os resultados de um tratamento com 43 pessoas, por mais de dois anos. Os dados mostram que 93% dos pacientes com indicação inicial para a cirurgia de redução de estômago chegaram a um peso saudável por uma combinação de acompanhamento psicológico, atividade física e tratamento com remédios — com monitoramento rotineiro e adaptação personalizada. “Os pacientes, com obesidade de moderada a severa e idades entre 18 e 70 anos, passaram pelo tratamento entre 2013 e 2015. Dentre as 32 mulheres e os 11 homens, três não atingiram a redução de peso desejada e tiveram indicação para a cirurgia bariátrica. Do total de pacientes, 88,4% haviam perdido mais de 10% do peso corporal após dois anos, e 74,4%, mais de 20%. Cadegiani e os coautores do estudo apontam, no entanto, a necessidade de outros trabalhos para validar as descobertas”, ressalta a reportagem.

Eventos sobre doenças raras

O jornal Correio Braziliense destaca que vários pesquisadores, associações de pacientes, representantes do governo, familiares e pacientes estarão reunidos esta semana em Brasília para eventos sobre as doenças raras. Para a presidente da Associação Maria Vitória (Amavi), Lauda Santos, a Semana Rara soma eventos que permitirão benefícios para todos os envolvidos, especialmente aos pacientes com doenças raras e seus familiares. “Entre as 6 mil a 8 mil doenças raras existentes destacam-se a neurofibromatose; hipertensão arterial pulmonar; síndrome de gaucher; esclerose lateral amiotrófica; fibrose cística; epidermólise bolhosa; esclerodermia; doença de Niemann Pick; doença de Wilson; fenilcetonúria; atrofia muscular espinhal; hiperinsulinismo congênito; charcot-Marie-Tooth; e síndrome X-Frágil”, ressalta a reportagem. “De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), doenças raras são aquelas que afetam até 65 pessoas a cada 100 mil indivíduos, ou seja, 1,3 pessoas para cada 2 mil indivíduos. Apesar de raros no nome, as doenças raras acometem hoje mais de 15 milhões de pessoas no Brasil, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Eurordis”, ressalta trecho da reportagem.

Dificuldade logística na vacinação

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, disse no domingo (19) ao jornal O Globo que o problema da imunização contra a febre amarela no Brasil está na “logística do armazenamento das vacinas” e não na escassez do produto. Segundo ele, falta em muitos locais de vacinação um espaço adequado para manter corretamente as doses enviadas pelo governo. “De acordo com o ministro, o país tem condições de fabricar até dez milhões de doses de vacina por mês, o que seria suficiente para atender as áreas prioritárias, conforme protocolo da Organização Mundial de Saúde (OMS). Mas, como a população de lugares fora da mancha de prevenção tem buscado a vacina, o governo vislumbra algumas estratégias para que ninguém fique sem proteção. Uma delas, segundo Barros, é ampliar em dez vezes a produção da vacina, com a ocupação de uma fábrica desativada. A Fiocruz já aguarda uma autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para iniciar o trabalho”, destaca o texto.

SAÚDE NA IMPRENSA
Anvisa – Estados e municípios devem opinar sobre Dados de VISA

Anvisa – Cursos gratuitos para profissionais de laboratórios

Tecpar – Tecpar integra comitiva do Ministério da Saúde em viagem ao Oriente Médio

Correio Braziliense – Série de eventos busca sensibilizar população sobre as doenças raras

Correio Braziliense – Fisioterapia é tão eficiente quanto cirurgia no tratamento de inflamações

Correio Braziliense – Pesquisadores desenvolvem dispositivo que imita funcionamento de neurônios

O Globo – Médicos defendem alternativas à bariátrica para tratar obesos

O Globo – Ministro da Saúde diz que faltam espaços adequados para estocar vacinas

O Globo – Morte de macacos por febre amarela preocupa autoridades do Rio

O Globo – Editorial – Febre amarela expõe falhas na vigilância

O Globo – Mosquitos que transmitem a febre amarela silvestre podem entrar em casas próximas a matas

Folha de S.Paulo – Julio Abramczyk – Estudo encontra zika em pacientes que fizeram transplante de órgãos

Folha de S.Paulo – Dráuzio Varela – A pobreza e o cérebro das crianças

Folha de S.Paulo – Editorial – Em caso de emergência

Folha de S.Paulo – Francisco Balestrin – O Minotauro da saúde

Folha de S.Paulo – Mudança no sistema de saúde gera apreensão em famílias dos EUA

Folha de S.Paulo – Mulher com câncer no cérebro usa maconha em UTI de hospital de SP

Folha de S.Paulo – Osmar Terra – Vício e violência

Folha de S.Paulo – Painel – Faltam leitos

Folha de S.Paulo – Agência quer regular plano de saúde que divide gasto com cliente

O Estado de S.Paulo – Entidade aponta risco na adesão ao Criança Feliz

O Estado de S.Paulo – País receberá 3,5 milhões de vacinas contra febre amarela da OMS

O Estado de S.Paulo – Fernando Reinach – A perna que não é minha

O Estado de S.Paulo – Jairo Bouer – Competição poderia explicar assédio?

O Estado de S.Paulo – A bebê que deve chegar ao século 22

O Estado de S.Paulo – Chegada da febre amarela ao Rio põe em risco até micos-leões-dourados

Folha de Colider –  USP busca voluntários com diabetes tipo 2 para novo tratamento

Rede TO  – Preço de remédios varia até 473% em farmácias de Palmas

Correio do Povo – Médicos defendem alternativas à bariátrica para tratar obesos

Portal Benício – Micobactérias fecais controlam diabetes, diz estudo

Repórter News – Deputado participa amanhã do lançamento da obras do Hospital de Câncer

Claudemir Pereira – Em debate, o Hospital Regional. E deputado faz cobranças sobre atendimento aos usuários do SUS
o-sus

Primeira Hora – Cerca de 12 milhões de doses da vacina contra febre amarela reforçam estoque do País

Alesc – Deputado propõe inclusão de videocolecistectomia na tabela SUS

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