Aliada contra câncer, vacina de HPV ainda sofre preconceito e adesão aquém da esperada no Brasil

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Aliada contra câncer, vacina de HPV ainda sofre preconceito e adesão aquém da esperada no Brasil

Uma vacina capaz de impedir alguns tipos de câncer. O que parece uma notícia sonhada já é uma realidade. Mas o curioso é pensar que boa parte da população não está aproveitando essa oportunidade por desinformação e preconceito. Como destaca o Globo, trata-se da vacina contra o HPV, o papilomavírus humano. Este vírus é responsável por praticamente todos os casos de câncer de colo do útero, a principal causa de morte oncológica de mulheres na região Norte e a segunda nas regiões Nordeste e Centro-Oeste, tendo provocado mais de 6.500 óbitos no país só em 2019. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), tirando o câncer de pele não melanoma, o câncer de colo do útero é o terceiro tumor maligno mais frequente na população feminina (atrás do câncer de mama e do colorretal), e a quarta causa de morte de mulheres no Brasil relacionada à doença. Com a vacina, de acordo com estudo publicado no New England Journal of Medicine, a redução da incidência do câncer de colo de útero é de 90%. Diante desse cenário dramático, é quase difícil entender por que as pessoas não tomam a vacina. A base do problema é que o HPV é um vírus sexualmente transmissível. Por isso, a imunização com duas doses deve ocorrer antes do início da vida sexual, para mulheres e homens. A vacina é recomendada, portanto, a partir dos 9 anos de idade. A raiz do problema está na crença errônea de que a vacina seria um passe livre ou incentivo ao sexo. O objetivo, porém, é apenas garantir que a pessoa, quando começar a ter alguma atividade sexual, seja aos 15, 18 ou 25, estará protegida do vírus. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Governo afirma que a terceira dose contra Covid-19 em idosos deve ser concluída neste ano

Especialistas ressaltaram a importância da dose de reforço da vacina contra a Covid-19 para a população com mais de 60 anos, mas disseram que ainda há dúvidas, na comunidade científica, se será necessário estender essa dose adicional para outras faixas etárias e se haverá uma revacinação, ou seja, se o imunizante contra o coronavírus vai integrar o calendário vacinal. Segundo informou a Agência Câmara, uma avaliação sobre a dose de reforço na população mais velha foi feita em audiência pública da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa da Câmara dos Deputados nesta segunda-feira (18). Representante do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde, Victor Porto reconheceu que um percentual ainda pequeno, de pouco mais de 2 milhões de doses de reforço, foi aplicado na população com mais de 60 anos e lembrou que, mesmo com a elevada cobertura vacinal, a população idosa é a que tem mais riscos de complicações decorrentes da Covid-19. Ele informou também que a Câmara Técnica Assessora de Imunizações ainda está discutindo se o intervalo de seis meses recomendado entre a segunda dose e a de reforço será mantido. Victor Porto acrescentou que a vacina da Pfizer está sendo a mais comum na dose adicional pela maior disponibilidade de doses e prevê que o reforço na imunização de idosos deve ser completado em breve. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Governo afirma que a terceira dose contra Covid-19 em idosos deve ser concluída neste ano

Especialistas ressaltaram a importância da dose de reforço da vacina contra a Covid-19 para a população com mais de 60 anos, mas disseram que ainda há dúvidas, na comunidade científica, se será necessário estender essa dose adicional para outras faixas etárias e se haverá uma revacinação, ou seja, se o imunizante contra o coronavírus vai integrar o calendário vacinal. Segundo informou a Agência Câmara, uma avaliação sobre a dose de reforço na população mais velha foi feita em audiência pública da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa da Câmara dos Deputados nesta segunda-feira (18). Representante do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde, Victor Porto reconheceu que um percentual ainda pequeno, de pouco mais de 2 milhões de doses de reforço, foi aplicado na população com mais de 60 anos e lembrou que, mesmo com a elevada cobertura vacinal, a população idosa é a que tem mais riscos de complicações decorrentes da Covid-19. Ele informou também que a Câmara Técnica Assessora de Imunizações ainda está discutindo se o intervalo de seis meses recomendado entre a segunda dose e a de reforço será mantido. Victor Porto acrescentou que a vacina da Pfizer está sendo a mais comum na dose adicional pela maior disponibilidade de doses e prevê que o reforço na imunização de idosos deve ser completado em breve. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Procon-SP determina transparência nos reajustes de planos 

A Agência Nacional de Saúde (ANS) deve garantir transparência nos reajustes anuais aplicados pelas operadoras de saúde. Segundo matéria do portal Medicina S/A, em determinação do Procon-SP, a ANS tem até novembro para tomar medidas que garantam mais transparência do setor. Segundo a Diretoria do Procon-SP, os critérios que motivam algumas operadoras a fazerem reajustes superiores a 200% são desconhecidos e podem estar relacionados apenas a taxas de administração e corretagem. Até o momento, a ANS regula apenas os reajustes dos planos de saúde individuais. Com a determinação, planos coletivos (que são voltados para empresas, sindicatos e associações) que têm reajustes de cobrança anual em valores que não se justificam, devem se aproximar dos valores de reajustes cobrados pelos planos individuais -cerca de 10%. A determinação do Procon-SP foi publicada através da resolução CONSU nº1, de 2 de setembro, e prevê um prazo de 60 dias para que a ANS adote as medidas. Com esta exigência em vigor, a transparência nos valores de reajuste anual deve causar estranhamento no consumidor que notar cobranças sem fundamento e acima dos valores de mercado.

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