Agropecuária pode contribuir para economia verde no Brasil, diz ministra

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Agropecuária pode contribuir para economia verde no Brasil, diz ministra

A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) participou nesta segunda-feira (25) do lançamento do Programa Nacional de Crescimento Verde, coordenado pelos ministérios do Meio Ambiente e da Economia. No evento, a ministra destacou as ações realizadas pelo Mapa para que o agronegócio seja protagonista do desenvolvimento de uma economia verde no Brasil. O Plano Setorial de Adaptação e Baixa Emissão de Carbono na Agropecuária, chamado de ABC+, foi apresentado pela ministra como uma das mais ambiciosas políticas públicas agropecuárias no mundo. Até 2030, a meta do Plano é reduzir a emissão de carbono equivalente em 1,1 bilhão de toneladas no setor agropecuário com a adoção de tecnologias de produção sustentável. Ela também destacou a criação da Cédula de Produtor Rural Verde, a CPR Verde, que irá incentivar o produtor rural a produzir preservando e recebendo pagamento por serviços ambientais. Outras diretrizes nas quais o Mapa atua também foram lembradas pela ministra, como a integração entre a conservação do meio ambiente com a produção agropecuária, a regularização fundiária, a promoção da regularização ambiental das propriedades rurais, com a implementação do Código Florestal Brasileiro. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Arthur Lira pede união do setor produtivo para regular mercado de carbono

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), defendeu a união do setor produtivo para regular a compra e venda de créditos de carbono no País (Projeto de Lei 528/21), informou a Agência Câmara. O mercado deve servir para compensar e reduzir a emissão de gases responsáveis pela crise climática que será o tema da Conferência das Nações Unidas (COP-26), a partir de domingo, em Glasgow, na Escócia. Lira disse que a regulamentação não impõe nenhuma obrigatoriedade na compra de crédito de carbono, preferindo que o mercado seja voluntário. As declarações foram dadas em encontro com produtores de açúcar e etanol nessa segunda-feira (25). Arthur Lira ainda destacou a importância dos biocombustíveis para reduzir a emissão de gases e disse ainda que há conversas permanentes sobre o tema com embaixadores de outros países, principalmente da Europa.

Pesquisa inédita do Fundecitrus valida o uso de drone para o controle químico do inseto transmissor do greening

Uma pesquisa desenvolvida pelo Fundecitrus demonstrou a eficiência do uso de drones para o controle químico do psilídeo, inseto transmissor do greening. O objetivo é que esta seja uma ferramenta complementar para o manejo da doença dentro das propriedades de citros, informou o portal AgroLink. O trabalho é pioneiro, pois não há registro do uso de drone para o controle químico do psilídeo na citricultura ocidental, e foi feito em parceria com a startup Anáhata Serviços Agronômicos. Para o pesquisador do Fundecitrus Marcelo Miranda, responsável pelo estudo, o drone é mais uma alternativa dentre as medidas recomendadas, aliando ciência e tecnologia. O drone tem o diferencial de alcançar talhões de difícil acesso, faixas de borda (independente do sentido do plantio e relevo) e também se destaca em aplicações de emergência, que precisam ser feitas rapidamente – como após períodos de chuvas intensas, que removem os produtos e deixam as plantas desprotegidas, e em caso de pico populacional do psilídeo, que pode implicar em dificuldades operacionais por exigir deslocamento rápido de equipamentos que estejam em uso para o manejo de outras pragas e doenças. Além disso, o drone requer menor investimento e infraestrutura em relação a aviões, por não precisar de pista de pouso, beneficiando pequenos e médios citricultores.Há perspectivas do uso do drone também para o controle de outras pragas e doenças dos citros e para aplicação de produtos biológicos.

Decreto pode reverter cenário regulatório de defensivos agrícolas

A legislação brasileira determina que defensivos agrícolas só podem ser produzidos, comercializados e utilizados com registro prévio em órgãos federais específicos. Em artigo publicado no Portal AgroLink , Fábio Kagi, gerente de assuntos regulatórios do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg), engenheiro agrônomo e especialista em gestão estratégica e econômica de projetos destaca  que de acordo com dados elaborados pela Spark Consultoria Estratégia para o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg) com base em informações concedidas pelo Mapa, o processo de registro de um produto químico no Brasil tem levado de 5,7 anos (caso dos equivalentes) e 7,7 anos (situação dos produtos à base de ativos ainda não registrados no Brasil). Apesar do aumento no ritmo de análises que saíram de um patamar de 180 registros concedidos desde 2016 aos aproximadamente 500 pleitos em 2021, as filas têm aumentado ainda mais nos últimos anos. Assim, como a submissão de pleitos não pode ser controlada por qualquer órgão do governo, uma vez que é direito de um interessado solicitar o registro – desde que se pague as taxas e sejam submetidos os documentos adequados –, o cenário de registros do Brasil tende a ser cada vez mais caótico. O Sindiveg considera importante que a industrialização (fabricação e formulação) em território seja considerada um dos critérios do estabelecimento de prioridades na próxima listagem. Esta é uma situação delicada que teve seu primeiro passo para ser corrigida com a simplificação do registro para exportação de produtos à base de ingredientes ativos e componentes já registrados no Brasil, instituída pelo recém-publicado Decreto 10.833/2021, o que deve estimular o desenvolvimento de um parque fabril de formulação e reduzir a vulnerabilidade do país. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

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