Abates de bovinos caíram 9,2% no primeiro trimestre, aponta IBGE  

//Abates de bovinos caíram 9,2% no primeiro trimestre, aponta IBGE  
De acordo com o Valor Econômico os abates de bovinos no país totalizaram 7,2 milhões de cabeças no primeiro trimestre, queda de 9,2% na comparação com o mesmo trimestre de 2019, informou nesta quinta-feira (14) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Conforme o IBGE, os frigoríficos brasileiros produziram 1,82 milhão de toneladas de carcaças bovinas no primeiro trimestre de 202, retração de 6,5% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. Por outro lado, os abates de frangos e suínos aumentaram no primeiro trimestre, mostrou o IBGE. Entre janeiro e março, foram abatidas 1,51 bilhão de cabeças de frango, aumento de 4,8% em relação ao mesmo trimestre de 2019; e alta de 2,5% na comparação com o quarto trimestre de 2019. Na pesquisa trimestral, o IBGE informou que o peso acumulado das carcaças de frango abatidas atingiu 3,47 milhões de toneladas no primeiro trimestre de 2020. Esse número é 3,3% superior em relação ao primeiro trimestre de 2019. Na comparação com quarto trimestre do ano passado, houve alta de 2%. No caso dos suínos, os abates no Brasil somaram 11,87 milhões de cabeças no primeiro trimestre. Trata-se de um incremento de 5% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. Na comparação com quarto trimestre de 2019, houve recuo de 0,2%. Ainda segundo o IBGE, o peso acumulado das carcaças de suínos abatidos atingiu 1,06 milhão de toneladas no primeiro trimestre, crescimento de 7,5% em relação ao primeiro trimestre de 2019 e de 0,6% em comparação com o quarto trimestre do ano passado.

Mudança na rotina pode desencadear depressão em animais na quarentena

A mudança na rotina de cachorros e gatos pode levá-los a desenvolver depressão, informou o portal Anda nesta quinta-feira (14). Por essa razão, profissionais alertam para a necessidade dos tutores estarem atentos aos cuidados dos animais durante a quarentena de combate ao coronavírus, período que tem alterado a vida de humanos e animais. A falta de exercícios físicos e de passeios são as principais causas. Os passeios, especialmente para os cães, acostumados com isso, fazem falta. No entanto, a diversão e a queima de energia realizadas na rua podem ser substituídas por atividades dentro de casa. Em caso de real necessidade de levar o animal para passear, especialistas recomendam dar banho no retorno do passeio ou ao menos higienizar as patas – sempre com shampoo para animais ou sabão neutro, nunca produtos químicos, como álcool em gel, que causam doenças de pele nos animais. É recomendado também evitar que os animais deitem na rua e encostem em objetos, já que o vírus pode ficar sobre o pelo deles. Animais não contraem nem transmitem coronavírus. A falta de evidências sobre a relação entre eles e a doença já foi atestada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Pesquisadores também reforçaram que essa contaminação e transmissão não ocorre. O coronavírus que afeta especificamente cães é diferente daquele que está adoecendo e matando humanos. No entanto, um cão ou gato pode ficar com o vírus sobre seu pelo, assim como acontece com a pele humana (por isso a necessidade de higienizá-las) e com objetos. Manter os animais limpos, portanto, basta. No entanto, ao pensar na saúde mental desses animais, os esforços devem ir além das ações que visam combater o vírus. Segundo a médica veterinária e professora do curso de Medicina Veterinária da Universidade UNG, Karina D’Elia Albuquerque, todos animais podem desenvolver depressão. A veterinária abordou ainda os sintomas da doença em cães e gatos. “Há diversas formas de aparecimento da depressão. Nos cães, podem manifestar a perda do apetite, apatia acentuada, lambedura excessiva nas patas e no corpo, tristeza profunda, rejeição ao toque e isolamento”, revelou. Várias questões, além da falta de exercícios e passeios – causas mais recorrentes na quarentena -, podem levar ao quadro depressivo. “Os cães e os gatos são muito resistentes às mudanças de rotina, como a introdução de um novo animal na casa, a morte de uma pessoa próxima ou o afastamento de um animal companheiro”, disse. O tratamento envolve exames feitos por um veterinário e cuidados específicos, promovidos pelo tutor. “Em primeiro lugar, precisamos minimizar ao máximo as mudanças de rotina, levar ao veterinário para realizar exames laboratoriais e de imagem, e ter certeza que não há doenças primárias, tentar manter uma rotina diária com os animais, como passeios, dentro do possível, e brincadeiras. Manter um acompanhante sempre que possível na ausência do tutor. Há casos que são recomendados o uso de antidepressivos e sessões terapêuticas caninas”, concluiu.

Registro genealógico garante avanços na produção leiteira

A Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando) destaca a importância da realização por parte dos criadores do registro de seus animais. Além de arquivar a genealogia do indivíduo por várias gerações, permitindo acasalamentos corretivos, também possibilita o acompanhamento do controle leiteiro e a classificação morfológica, destacou o portal AgroLink nesta quinta-feira (14). Conforme a entidade, estes são elementos fundamentais para selecionar o rebanho, reproduzindo e melhorando os animais bons, ao mesmo tempo em que são eliminados aos poucos os problemáticos. O presidente da Gadolando, Marcos Tang, afirma que quanto mais sócios e registros da raça a entidade tiver, maior será a sua representação sócio-política, falando a língua do criador e fortalecendo as suas reivindicações. Em 2019, houve um aumento de 4,6% em relação à 2018, com 7,21 mil animais registrados. “Registro não é só para participar de feiras, isentar de ICMS nas transações comerciais ou receber uma melhor indenização em caso de abate sanitário, mas, antes de tudo, participar de uma associação de criadores que busca o aprimoramento da raça e também se conectar oficialmente aos demais criadores do país e do mundo”, observa o dirigente. Para Yago Machado, técnico da Gadolando, o Serviço de Registro Genealógico, oferecido  exclusivamente pelas Associações de Gado Holandês dos estados, permite, principalmente, o controle e a segurança genética dos animais. Salienta que o ato de registrar possibilita ainda o controle de produção, assim como índices que classificam os animais quanto a sua conformação. “A vantagem dos registros é expressa em diferentes frentes: Melhoramento Genético e Gestão de Rebanho. O registro não serve somente para a participação em feiras, a sequência de trabalho do produtor em relação aos registros, ao controle leiteiro e na classificação morfológica dos seus animais, permite avanços na produção”, coloca, destacando que a ação também permite à cadeia leiteira expor animais de alto valor agregado e potencial produtivo, assim como segurança ao produtor na hora da venda ou compra de animais registrados. O superintendente técnico da Gadolando, José Luiz Rigon, ressalta que entre os principais objetivos para fazer o registro genealógico estão a verificação e assentamento das informações zootécnicas da raça, para assegurar a perfeita identidade dos animais, e  manter o Herd Book (Livro da Raça), habilitando e credenciando os técnicos. “Os técnicos estão habilitados a promover auditorias no rebanho para uniformidade de critérios e cumprimento das normas estabelecidas no regulamento”, explica Rigon, lembrando que para o cumprimento de seus objetivos, o serviço de registro genealógico exercerá o controle de cobrições, gestações e nascimentos, com prazos estabelecidos no regulamento, assim como nomes, afixos, grau de sangue e identificação através de fotografia.

Volume de carne bovina exportada é recorde

O volume de carne bovina (in natura e industrializada) exportado pelo Brasil de janeiro a abril deste ano é recorde e esse resultado se deve à aquecida demanda da China, divulgou o portal AgroLink nesta quinta-feira (14). De acordo com dados do Cepea, neste ano, o país asiático foi destino de 203,47 mil toneladas de carne, mais que o dobro da quantidade registrada no mesmo período de 2019 (de 96,05 mil toneladas), segundo dados da Secex. Diante disso, enquanto as exportações de carne bovina à China no primeiro quadrimestre de 2019 representaram 17,71% do total embarcado pelo Brasil, no mesmo período de 2020 passaram a corresponder por 37,1%. No geral, a China parece ter superado a crise de covid-19, mas volta a registrar casos de Peste Suína Africana (PSA) no rebanho suíno. Além disso, recentemente, a China embargou a importação de carne bovina de alguns frigoríficos australianos – vale lembrar que a Austrália já foi um importante fornecedor de carnes ao país chinês –, contexto que pode reforçar as compras asiáticas no Brasil. O mercado brasileiro, por sua vez, evidencia ter potencial para atender à aquecida demanda chinesa, tendo a favor a alta competitividade, devido, especialmente, ao custo de produção inferior ao de importantes concorrentes mundiais. Atualmente, o alto patamar do dólar também favorece o preço da tonelada da carne brasileira exportada.

NA IMPRENSA
Folha de S.Paulo – Lagunitas coloca cães de abrigo em rótulo para incentivar adoção

O Estado de S.Paulo – Falta de bambu obriga retorno de pandas

O Estado de S.Paulo – Bolívia autoriza antiparasitário para tratar pessoas com o novo coronavírus

O Estado de S.Paulo – Cachorros a bordo fazem motoristas dirigirem com mais cuidado

CNA – FAEA Realiza doação de suínos para testes de respirador mecânico desenvolvido pela UEA PIM

Valor Econômico – Abates de bovinos caíram 9,2% no primeiro trimestre, aponta IBGE

Valor Econômico – J&F decide não debitar doação de R$ 400 mi da JBS de acordo de leniência

AgroLink – Mercado de suínos voltou a aquecer

AgroLink – Volume de carne bovina exportada é recorde

AgroLink – Registro genealógico garante avanços na produção leiteira

AgroLink – Carne suína: mesmo com alta nas exportações, receita cai

AgroLink – RS: Justiça interdita frigorífico em Lageado

AgroLink – Produção leiteira tem queda na região do Alto Uruguai

AgroLink – Você já ouviu falar em raça Flamenga?

AgroLink – Exportações de carne suína cresceram 56,6% até abril

AgroLink – Carne bovina: exportações aquecidas

AgroLink – Boi gordo: indústrias frigorificas testando o mercado

Anda – Atropelada por trator, onça é devolvida à natureza após um ano de reabilitação

Anda – Proteínas alternativas batem recorde de investimentos

Anda – Mudança na rotina pode desencadear depressão em animais na quarentena

Anda – Animal pode ajudar tutor a equilibrar saúde mental durante isolamento social

Anda – Tucano entra em quarto de casa e vídeos sobre a visita inesperada viralizam

Anda – Tráfico tira 38 milhões de animais da natureza por ano e gira R$ 3 bi no Brasil

Anda – Alternativas ao leite devem movimentar mais de R$ 204 bilhões

Anda – Trazidas da Alemanha, ararinhas-azuis são levadas para aviário após quarentena

SBA – Mercado interno de suínos volta a se aquecer na primeira quinzena de maio

SBA – Mercado do boi gordo com retração de 0,5%

SBA – De Olho na Fazenda apresenta animais Nelore do Golias

SBA – Brasil tem potencial para atender demanda por carne bovina do mercado chinês, diz Cepea

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O Boletim NK, produzido pela NK Consultores Relações Governamentais, é uma compilação das principais notícias publicadas em meios de comunicação do país sobre temas ligados ao setor.

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