A briga entre cientistas e produtores de soja que gerou racha no agronegócio e foi parar no STF

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A briga entre cientistas e produtores de soja que gerou racha no agronegócio e foi parar no STF

Um desentendimento que se arrasta há pelo menos dois anos entre técnicos e produtores de soja do Mato Grosso escalou e chegou ao STF (Supremo Tribunal Federal). Segundo a Folha de S. Paulo, a briga gira em torno da extensão do calendário de plantio da soja, que por lei vai de setembro a dezembro no Estado. Um grupo de agricultores pleiteia a possibilidade de semear por mais tempo, até fevereiro. A Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), por sua vez, alerta que a esticada pode favorecer a proliferação descontrolada de uma praga chamada ferrugem asiática (Phakopsora pachyrhizi) e, no médio prazo, colocar em risco a produtividade da soja brasileira. Representantes da indústria de defensivos já alertaram que, caso o fungo se torne mais agressivo, não há produtos hoje no mercado ou em desenvolvimento que possam fazer frente a ele. A questão virou uma novela, com direito a investigação pelo Ministério Público e uma oposição incomum entre a Embrapa e o Ministério da Agricultura.A pasta chegou a publicar portaria autorizando a extensão do período de plantio —apesar de os cientistas da Embrapa desaconselharam a medida. Em dezembro, o caso chegou ao STF, que não tem prazo para emitir uma decisão. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Sancionada lei da expansão da internet no meio rural de Santa Catarina

O governador Carlos Moisés sancionou nesta sexta-feira, 14, leis importantes para o desenvolvimento econômico e social de Santa Catarina, incluindo o Bolsa Estudante e as diretrizes para levar conexão de qualidade à internet ao meio rural, informou o portal AgroLink. As iniciativas estão alinhadas aos objetivos do programa Gente Catarina, criado pelo Governo do Estado para elevar o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) dos municípios catarinenses. Conforme o texto aprovado pela Assembleia Legislativa e sancionado pelo governador, R$ 100 milhões serão investidos nos próximos dois anos para melhorar a conectividade no campo e levar internet de qualidade ao meio rural, em tecnologia não inferior a 4G. O secretário de Estado da Agricultura, Pesca e Desenvolvimento Rural, Altair Silva, projeta um ganho para a economia e qualidade de vida. Conforme o texto do projeto, o Governo do Estado também autoriza as concessionárias ou permissionárias de distribuição de energia elétrica a compartilharem suas estruturas, sem custos, para a passagem de cabos do serviço de telecomunicação nas áreas rurais. Este era o principal obstáculo à instalação de internet de fibra óptica no meio rural. A partir de agora, as empresas de telecomunicações não terão que pagar tarifas ou taxas para a utilização desses postes. Em contrapartida, as concessionárias de distribuição de energia elétrica poderão utilizar os serviços de internet gratuitamente. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Proposta no Senado libera defensivos agrícolas dos países do Mercosul

Aguarda análise do Senado projeto de lei que dispensa o registro para a importação de agrotóxicos dos demais países do Mercosul, informou o Canal Rural. O PL 4.316/2021, argumenta o autor, senador Luis Carlos Heinze (PP-RS), visa garantir o fornecimento desses produtos com preços mais favoráveis para contornar a crise causada pela escassez dos insumos, o atraso na entrega, e o aumento do preço de alguns pesticidas. Problema que atinge os agricultores brasileiros, já preocupados com o desempenho da safra, mas que não afeta igualmente os outros países do bloco. A matéria ainda aguarda designação de relator.Os países do Mercosul mantêm em estoque a maior parte dos insumos que o Brasil consome, mas esses produtos não são aprovados pelo Ministério da Agricultura. Isso não impede o ingresso ilegal de grandes volumes de fertilizantes e defensivos em território brasileiro. Para Heinze, a saída seria legalizar essa importação. E para isso, o projeto altera a atual legislação (Lei 7.802, de 1989, a Lei dos Agrotóxicos). A proposta estabelece que as embalagens dos produtos formulados importados dos países do Mercosul serão recebidas pelos sistemas de recolhimento em funcionamento no Brasil. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

Brasil abre caminho para tecnologia herbicida com edição genética CRISPR

A CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança) deu ‘luz verde’ no Brasil a uma tecnologia de controle de plantas daninhas através da edição genética, segundo informação publicada originalmente no portal especializado AgroPages, informou o portal AgroLink. O órgão regulador brasileiro concluiu que a solução CRISPR da Bioheuris não produz plantas consideradas OGMs (Organismos Geneticamente Modificados).As ervas daninhas sempre foram uma grande preocupação para a agricultura. Embora os agricultores de todo o mundo estejam gastando mais de US$ 23 bilhões em herbicidas para controlá-los anualmente, novas ervas daninhas resistentes estão se espalhando mais rápido do que nunca. O problema é em parte devido ao uso repetido de um número limitado de herbicidas. A startup de biotecnologia argentina BioHeuris espera resolver esse problema trazendo aos agricultores uma próxima geração de culturas resistentes a herbicidas usando biologia sintética e edição de genes CRISPR. Em 2021, Aphis e CTNBio, as agências reguladoras dos EUA e do Brasil, concluíram que os produtos desenvolvidos com a abordagem BioHeuris não serão considerados OGMs. O mesmo aval foi dado anteriormente pela CONABIA, agência equivalente da Argentina. Em 2015, este país foi o primeiro a adotar um regulamento específico para cultivos editados pelo genoma. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

 

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