Drones começam a ser usados para polinização de milho nos Estados Unidos

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Nos Estados Unidos, drones começam a ser usados em um projeto inovador para polinização de lavouras de milho. Segundo o Canal Rural a iniciativa é da agtech Rantizo, da cidade de Iowa, no estado norte-americano de mesmo nome. Para isso, a fabricante de aparelhos remotos para pulverização, semeadura e captação de imagens anunciou a captação de Us$ 7,5 milhões junto a investidores. Recurso que será usado no aprimoramento da tecnologia e fabricação de novos equipamentos. A lista de quem está apostando na ideia conta desde investidores de Memphis (capital do algodão do país) até o programa Saltos da Bayer, que busca tecnologias com potencial inovador. A notícia foi publicada pelo Silicon Prairie News, o portal de notícias do Instituto de Gestão Aplicada à Informação (Instituto AIM, na sigla em inglês, uma ONG que promove novas tecnologias). O CEO da Rantizo, Michael Ott, conversou com a reportagem do portal de notícias da AIM durante a convenção anual da Associação Nacional de Aviação Agrícola dos EUA (NAAA, na sigla em inglês), ocorrida de 7 a 10 de dezembro, em Savannah, no Estado da Geórgia. Segundo Ott, sua empresa é a única a utilizar a tecnologia de drones na polinização de milho. “Muitos investidores estratégicos estão avaliando suas opções futuras e tentando direcionar seus negócios para onde os mercados irão, em vez de se concentrar no que já fizeram”, comentou. Para sua reprodução, a flor masculina do milho (no topo da planta) produz o pólen que é levado principalmente pelo vento (e por insetos) ao cabelo (ou barbas) das espigas, onde vai gerar os frutos (grãos). Normalmente uma planta poliniza outras em seu redor – a média de autofecundação é de apenas 2%. Segundo especialistas, no caso de uma polinização provocada (por drone), uma das principais vantagens seria a seleção genética, garantindo híbridos de maior produtividade e resistência a doenças e pragas. Algo extremamente importante para os EUA, considerando que o país que tem o grão como seu principal produto agrícola. E do qual é o maior produtor mundial – a colheita por lá deve chegar a 376 milhões de toneladas este ano. Interessante também para o Brasil, que tem no milho o segundo principal grão de suas lavouras, com uma safra estimada em 102,6 milhões de toneladas para este ano, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Novo decreto traz avanços para regularização de imóveis rurais em áreas da União

Publicado na edição do Diário Oficial da União desta segunda-feira (28), o Decreto nº 10.592 atualiza a regulamentação da Lei nº 11.952/2009, que trata da regularização fundiária rural em terras da União, informou o Mapa. Entre as principais alterações encontradas no novo texto destacam-se a exigência da inscrição no Cadastro Ambiental Rural (CAR) do imóvel e o uso de tecnologia de sensoriamento remoto para análise dos processos em lotes de até quatro módulos fiscais. Além de garantir maior segurança e agilidade aos processos de regularização fundiária, o novo normativo apresenta ganhos ambientais importantes como o acesso aos bancos de dados de demais órgãos do Governo Federal, que permitirá ao Incra aferir, durante o processo, se o imóvel analisado possui embargos ou outras pendências junto a outros órgãos ambientais, por exemplo. Neste caso, o processo será indeferido, exceto se o requerente tiver aderindo ao Programa de Regularização Ambiental (PRA) ou celebrado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) ou instrumento similar com órgãos ou entidades do Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama) ou com o Ministério Público. Para os usuários, existe a possibilidade de envio dos documentos exigidos pela Lei por meio eletrônico, sem a necessidade de o requerente ser obrigado a ir pessoalmente a uma unidade do Incra dar entrada no processo de regularização. De posse de toda documentação, será feita a checagem dos dados pessoais do requerente junto aos bancos de dados do Governo Federal, a fim de verificar se os requisitos legais que dão direito à posse do imóvel estão sendo cumpridos. Todos os pontos previstos na Lei nº 11.952/2009 foram mantidos, já que não houve qualquer alteração legal. O marco temporal para a regularização fundiária, por exemplo, continua sendo 22 de julho de 2008 e o tamanho dos imóveis que podem ter a dispensa de vistoria presencial permaneceu em quatro módulos fiscais.A edição de um novo normativo regulamentando a Lei nº 11.952/2009 foi necessária devido às alterações ao Decreto nº 9.309/2018 feitas pelo Decreto nº 10.165/2020, elaborado a partir das mudanças propostas pela Medida Provisória nº 910 /2019, que perdeu sua vigência em maio de 2020. O Governo Federal entendeu ser pertinente estabelecer de forma mais clara os procedimentos e requisitos a serem observados na instrução dos pedidos de regularização fundiária pelo Incra, abrangendo novos mecanismos de segurança, inclusive ambientais. Acesse os principais pontos do Decreto nº 10.592

Prazo para aderir ao CAR e garantir benefícios vai até esta quinta, 31

O produtor rural brasileiro tem até o dia 31 de dezembro de 2020 para aderir ao Cadastro Ambiental Rural (CAR) e garantir os benefícios do Programa de Recuperação Ambiental (PRA) previstos no Código Florestal, destacou o Canal Rural. “O CAR não tem data de encerramento para adesão, mas se o produtor quiser acessar os benefícios, precisa se ater ao prazo,” diz o coordenador de Sustentabilidade da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Nelson Ananias Filho. Nelson Filho ressalta que além de estar em conformidade com a legislação ambiental, o produtor rural que se cadastra no CAR terá até dois anos para implantar o programa e recuperar o passivo ambiental da sua propriedade. “São diversos benefícios ao produtor como a conversão das multas em serviços de preservação, melhoria e recuperação da qualidade do meio ambiente, regularizando o uso de áreas rurais consolidadas, acesso ao crédito agrícola e a programas de incentivo à produção e comercialização”, afirma. As informações disponibilizadas no CAR mostram que o setor agropecuário contribuiu para a preservação de 200 milhões de hectares de vegetação nativa, com 13 milhões de hectares em Áreas de Preservação Permanente (APPs) e 108 milhões de hectares em Reservas Legais com remanescentes de vegetação nativa.

Projeto de Bohn Gass pretende proibir pulverização aérea em territórios livres de agrotóxicos

O deputado federal Elvino Bohn Gass (PT) protocolou, na Câmara Federal, um projeto de lei que proíbe a pulverização aérea de venenos a menos de 15 quilômetros das áreas definidas como territórios livre de agrotóxicos. O projeto passará a tramitar em conjunto com outros que também abordam a proibição da aviação agrícola e que estão parados no Congresso Nacional. De acordo com a Folha Cidade pela proposta, serão considerados territórios livres, as áreas de agricultura familiar, quilombos ou reservas indígenas; produção de alimentos orgânicos; nascentes, reservatórios, pontos de captação e mananciais de água; preservação permanente, parques e reservas; escolas, creches e hospitais; residências rurais ou urbanas, povoados ou outros locais similares que sirvam de abrigo para seres humanos; agrupamento de animais. Bohn Gass diz que vem acompanhando todas as tentativas dos órgãos oficiais para tentar evitar a “deriva” processo no qual um agrotóxico aplicado em determinada cultura agrícola, acaba contaminando outra, mas constata que nenhuma medida, até agora, obteve sucesso. “Percebi que era preciso agir com mais rigor. Primeiro, para evitar que pessoas sejam contaminadas e, sobretudo, para reduzir os gigantescos prejuízos agrícolas que a aplicação desses venenos tem causado. Há casos de produtores que perderam toda a safra de uva, tomate, feijão, abóbora, melancia e até eucaliptos”, diz o autor. Bohn Gass conta que, há tempos, vinha procedendo estudos sobre os malefícios da pulverização aérea de agrotóxicos. Mas diz que o caso recente do Rio Grande do Sul, onde cerca de um milhão de garrafas de vinho deixarão de ser produzidas por conta das plantações de uva contaminadas com o veneno 2-4D, foram decisivas para a apresentação do projeto. Pela proposta de Bohn Gass, quem descumprir a lei, terá de pagar uma indenização equivalente a cem vezes à perda ou ao dano causado. Prevê, ainda, a responsabilização solidária e a punição nas esferas administrativa e jurídica dos agentes causadores, incluindo o solicitante da pulverização aérea.

NA IMPRENSA

Governo Federal – Setor portuário registra aumento na eficiência de serviços em 2020

Governo Federal – Mais de 22 mil agricultores familiares foram beneficiados pelo PAA

Folha de S.Paulo – Amazônia e Pantanal perdem 3 estados do RJ em 2020 com queimadas e desmatamento

Folha de S.Paulo – Agronegócio, clima e China formam o novo tripé da política externa

G1 – Pesquisadores da UnB desenvolvem bioestimulante que deixa a planta mais resistente à seca e mais produtiva

G1 – Pandemia desacelera produção de máquinas agrícolas e entregas ficam para 2021

G1 – Melancia com polpa amarela faz sucesso entre os consumidores

Valor Econômico – Aquisições de usinas voltam a ganhar força

Valor Econômico – Após quatro anos de perdas, Ceagesp deve voltar ao azul

Valor Econômico – IG4 Capital fecha compra da CLI e passa a operar terminal de grãos no Maranhão

Valor Econômico – Recuperação de florestas garante oferta de água

Valor Econômico – Cade autoriza Lar Agroindustrial a assumir duas unidades da Copagril

Valor Econômico – Após quatro anos de perdas, Ceagesp deve voltar ao azul

Mapa – Novo decreto traz avanços para regularização de imóveis rurais em áreas da União

Mapa – Mapa estimula adesão de consórcios públicos municipais ao SISBI-POA

Mapa – CMN cria linha emergencial de crédito para produtores do RS e SC afetados pela seca

Mapa – Mapa divulga lista de flores e plantas ornamentais introduzidas no Brasil

CNA – Senar Goiás mostra detalhes de nova plataforma de empregabilidade

CNA – Parceria institucional promove capacitação para técnicos da ATeG no Acre

Embrapa – Unipampa e Embrapa disponibilizam vagas para mestrado em computação aplicada à agropecuária

AgroLink – RS: aumento na tarifa de energia elétrica prejudica produtores rurais

AgroLink – Importação de soja dos EUA pela China salta na comparação anual em novembro

AgroLink – RS: CMN autoriza linha emergencial para produtores afetados pela seca

AgroLink – AC: parceria institucional promove capacitação para técnicos da ATeG no Acre

AgroLink – Termina nesta quinta-feira calendário para plantio da soja em Goiás

AgroLink – Brasil estabelece novos padrões microbiológicos: CONFIRA

AgroLink – Projeto Aquarius recebe prêmio para difusão de Tecnologias do Agro 4.0

AgroLink – 2020, o ano que promoveu transformações no agronegócio

AgroLink – Espanhola de biocontrole chega ao Brasil

AgroLink – Agropecuária foi base de sustentação da balança comercial

AgroLink – Argentinos propõe nova lei para aplicação de defensivos

Folha Cidade – Projeto de Bohn Gass proíbe pulverização aérea em territórios livres de agrotóxicos

Canal Rural – Drones começam a ser usados para polinização de milho nos Estados Unidos

Canal Rural – Venda de terras para estrangeiros: comentaristas explicam pontos negativos das medidas que tramitam no Brasil

Canal Rural – Plantas daninhas são ‘promovidas’ e viram opção para alimentação saudável

Canal Rural – Prazo para aderir ao CAR e garantir benefícios vai até esta quinta, 31

Canal Rural – Veja onde estão os solos brasileiros mais vulneráveis à erosão hídrica

SBA – Criada linha emergencial de crédito para produtores prejudicados pela seca no RS e SC

Portal do Agronegócio – Dia 31 de dezembro é o prazo final de adesão ao Programa de Regularização Ambiental

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