LEI DE AGROTÓXICOS PRECISA SER ATUALIZADA, ‘SEM PERDER O RIGOR’, DIZ PROFESSOR DA USP

//LEI DE AGROTÓXICOS PRECISA SER ATUALIZADA, ‘SEM PERDER O RIGOR’, DIZ PROFESSOR DA USP

A lei brasileira de agrotóxicos precisa ser atualizada, mantendo o rigor das avaliações, diz o engenheiro agrônomo José Otavio Menten, professor da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP) em Piracicaba. É o que informa O Estado de S.Paulo. Especialista em biotecnologia e fitopatologia, Menten será um dos palestrantes do USP Talks sobre Agrotóxicos, que acontece nesta terça-feira (17), das 18h30 às 19h30, no auditório do Museu de Arte de São Paulo (Masp). Menten defende o Projeto de Lei 6.299/2002, que propõe mudanças na Lei de Agrotóxicos (Lei 7.802/1989. Menten opina que “a atual legislação em vigor já tem quase 30 anos. Nesse período houve vários avanços na ciência e tecnologia. Há necessidade de se atualizar a legislação, incorporando a análise de risco, informatização do processo, harmonização das ações dos três órgãos envolvidos, mantendo o rigor das avaliações, etc. Espera-se que haja maior agilidade no processo de registro, priorizando as moléculas novas”.

 

Mudança na Lei de Agrotóxicos seria ‘grave retrocesso’, diz professor da Fiocruz



O Projeto de Lei 6.299, que propõe mudanças na atual legislação federal de agrotóxicos, representa um grave retrocesso no que se refere à proteção do meio ambiente e da saúde humana no Brasil, diz o professor Luiz Claudio Meirelles, da Escola Nacional de Saúde Pública da Fiocruz, que durante 13 anos foi coordenador geral de toxicologia da Anvisa. Segundo O Estado de S.Paulo, Meirelles será um dos palestrantes do USP Talks sobre Agrotóxicos, que acontece nesta terça-feira (17). De acordo com Meirelles, “o PL representa um grave retrocesso no que se refere à proteção do meio ambiente e da saúde humana. A Lei 7.802/1989 segue atualizada e foi exaustivamente regulamentada, notadamente para a qualificação de procedimentos técnicos de avaliação toxicológica e eco-toxicológica, sendo equiparável às legislações das nações mais avançadas nas questões de avaliação e controle de agrotóxicos. A Fiocruz e a Abrasco emitiram notas técnicas, que analisam detalhadamente o PL 6299”.

 

Aviões são cada vez mais usados na agricultura



Conforme o portal Cana Online informou, para produzir bem, toda ajuda é bem-vinda. Nos canaviais, os aviões aplicam os chamados maturadores, que são produtos químicos usados no gerenciamento da colheita e no amadurecimento da planta. O agricultor Luiz Carlos Dalben explica que esse tipo de procedimento é feito quando a cana-de-açúcar já está adulta, no momento em que o emprego de tratores é inviável. Nos pomares, os aviões são úteis no combate ao greening, a pior doença da citricultura e que é transmitida por um pequeno inseto. Marcelo Scapin, especialista em tecnologia de aplicação, conta que as pulverizações com avião permitem tratar uma grande área em pouco tempo, além de serem eficientes e seguras. O empresário Jayme Telles Razuk Filho diz que, embora a cana-de-açúcar concentre a maior parte da demanda, há bastante trabalho de janeiro a dezembro, com os aviões se deslocando para outras culturas. Jayme explica que um avião gasta, em média, 30 litros de água por hectare para fazer uma excelente pulverização. Já um trator utiliza 200 litros. Uma outra vantagem é que a aeronave pode operar logo depois da chuva. Já com o trator é preciso esperar secar a área.

 

Exportação de material genético avícola cresce 33% no semestre



A coluna Vaivém das Commodities do jornal Folha de S.Paulo, nesta terça-feira (17), destacou que este não é um bom ano para a avicultura, principalmente no que se refere ao mercado externo. O volume exportado de carne e as receitas obtidas no primeiro semestre, em relação a igual período de 2017, tiveram quedas de 17%. O país, acostumado a evoluções contínuas nas exportações de carne de frango, vê o mercado encolher. Porém, há um avanço constante nas exportações de material genético, que soma 33% no primeiro semestre. O avanço do Brasil nesse segmento da avicultura, até então prioridade de países desenvolvidos, se deve a vários fatores. Ailton Locateli, gerente de planejamento e comércio exterior da Aviagen América Latina, acredita que o Brasil ainda tem muito a crescer nas exportações de genética. Há um reconhecimento do produto brasileiro, e o país está livre da influenza aviária. “Para o país ganhar mais mercado externo, contudo, algumas coisas precisam ser mudadas, principalmente na logística”, afirma a publicação.

 

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O Boletim NK, produzido pela NK Consultores Relações Governamentais, é uma compilação das principais notícias publicadas em meios de comunicação do país sobre temas ligados ao setor.

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